Guias
Guias de IA curtos e originais pra devs e gestores — filtre por ferramenta ou tema, busque e ordene. Do mais recente pro mais antigo.
73 guias
Sua fluência em IA some justo onde o código vai pra produção
A Anthropic classificou 9.830 conversas no Claude. As que geram código recebem um briefing melhor e uma auditoria pior — checar fato cai 3,7pp. O índice não dá nota individual, então aqui vai como tirar a sua.
ChatGPT Work ou Claude Cowork? A resposta tá no painel de admin
Dois agentes de workspace lançados com 48 horas de diferença. O que decide qual deles seu time vai usar não é o modelo — é um botão que um admin já mexeu antes de qualquer pessoa testar. Aqui vai a fronteira real e a minha regra.
Managed Agents: agora a Anthropic roda o loop, não só o modelo
O Claude Managed Agents joga o loop do agente, o sandbox e o estado da sessão pra infraestrutura da Anthropic. A linha que ninguém lê: não vale Zero Data Retention nem HIPAA BAA — e hospedar o sandbox por conta própria não devolve isso.
Auditoria de custo de IA em 3 passos: o que ninguém contabiliza
Dois terços das empresas têm um dashboard de IA. Só um quarto enxerga de verdade quanto a IA custa. Esta é a auditoria em 3 passos que eu rodo no meu orçamento de ferramentas: o que listar, qual número puxar em cada linha e o limite que significa cortar.
97% contra 47%: seu cargo não diz nada sobre sua exposição à IA
O índice da Anthropic achou 97% de tarefas dominadas por automação via API e 47% no chat. Mesmo modelo, tarefas parecidas. A exposição segue onde a coisa roda, não o cargo — então pare de tentar prever a neblina e rode o teste de migração.
O prompt que reprova o seu currículo antes do recrutador
88% dos empregadores dizem que candidato qualificado é cortado por não bater com os critérios exatos da vaga. Então não peça pra IA melhorar o seu currículo — peça pra ela te reprovar. O `prompt` e as três decisões que impedem ele de te elogiar.
O `prompt` de entrevista que se recusa a te ajudar
A entrevista estruturada é o melhor previsor de desempenho no trabalho — e também o de maior variação, porque dá pra construir bem ou muito mal. Um modelo de chat te entrega a versão mal construída. Aqui está o `prompt` que instala a estrutura.
Um plugin do Claude Code não te dá poder nenhum. Ele te dá o resto do time.
Tudo que um plugin faz, uma pasta .claude/ solta já fazia. O que o empacotamento compra é distribuição — e o preço é o nome dos seus comandos. Aqui vão o manifesto, os comandos de instalação e a regra pra saber quando a troca compensa.
Claude Tag: quem define a permissão é o canal, não a pessoa
A Anthropic colocou o Claude no Slack com contas próprias nas suas ferramentas. E a frase que deveria guiar a sua decisão está escondida na documentação de identidade — o acesso é do canal, então todo mundo que está nele herda. Aqui vão o modelo, os quatro passos de setup e onde cada um trava.
Os 4 lugares onde dá pra rodar o Claude Code (e o que cada um deixa cair)
Uma sessão na nuvem clona o seu repositório numa VM nova da Anthropic — então as suas `skills`, os seus agentes e todo servidor MCP adicionado com `claude mcp add` não estão lá. Escolher a superfície é escolha de capacidade, não de interface. Aqui vai a regra de decisão por tipo de tarefa.
12 loops de agente pra copiar (um deles não faz nada e não avisa)
O loop mais óbvio de todos — /loop 20m /code-review — não faz nada: o revisor embutido recusa ser chamado pelo modelo, então o disparo agendado chega como texto puro. Aqui vão 12 loops que rodam de verdade, agrupados pelo que realmente diferencia um do outro, mais os limites que matam loop em silêncio.
Sua revisão semanal precisa de uma coluna "apagar"
Adicionar a sua 30ª skill pode deixar as outras 29 mais difíceis de achar: a listagem de skills recebe ~1% do `context window`, e o Claude Code corta a descrição das skills que você usa menos. Aqui está o ritual de sexta, a tabela que roteia cada lição e a passada de poda que todo mundo pula.
A memória do Claude é um índice, não um diário
O Claude Code agora escreve as próprias anotações no disco — mas só as 200 primeiras linhas do índice entram na sessão, e a pasta nunca sai do seu notebook. Aqui vai o layout dos arquivos, a regra que decide o que merece virar memória e a configuração que evita perder três semanas de aprendizado junto com a máquina.
Três jeitos de montar um segundo cérebro — escolha por quem consegue ler
Um projeto hospedado, um cofre de Markdown local ou uma pasta no git. As funcionalidades quase não mudam; o que muda é se uma sessão nova de agente responde a partir das suas anotações sem você subir nada. Os três formatos, o problema honesto de cada um e a estrutura que eu copiaria.
Um bom handoff é, quase todo, uma lista de becos sem saída
Compactação e `/resume` guardam o que aconteceu. Nenhum dos dois guarda o que você descartou — e as tentativas abandonadas são a coisa mais cara de uma sessão longa. Aqui vai o arquivo de handoff que resolve isso, o prompt que escreve ele e o comando que gera tudo a partir de uma sessão que você já fechou.
Seu arquivo de conhecimento quebra por contradição, não por falta de informação
Um arquivo curado transforma o Claude num especialista do seu domínio — até duas linhas se contradizerem e nada dizer qual vence. Ele não detecta isso, nem sabe qual fato seu venceu em março. Aqui vai o esqueleto: datas, precedência e o prompt que prova que o arquivo foi lido.
Alucinação não é falta de conhecimento — é um botão desligado na hora errada
A Anthropic rastreou o circuito que faz o Claude se recusar a responder — e descobriu que ele vem ligado por padrão. Inventar não é o modelo ficar sem fato: é esse botão sendo sobrescrito. Três prompts que exploram essa diferença, e o que cada um ainda deixa passar.
Intent engineering: pare de escrever passos, escreva o 'pronto'
A documentação da Anthropic diz que um plano passo a passo escrito à mão raciocina pior do que as palavras 'pense com profundidade' — e que no Claude Opus 5 você deve apagar a linha de 'confira sua resposta'. A virada, um antes/depois real e um template de quatro campos.
Fable 5: cinco ajustes de prompt — e o primeiro é apagar uma linha
Aquela linha que quase todo mundo ainda carrega no prompt — explique seu raciocínio — hoje é um jeito documentado de tomar recusa no Fable 5 e cair calado no Opus 4.8. Cinco ajustes específicos do modelo, com nome de parâmetro, valor padrão e onde cada um sai pela culatra.
Criar uma `skill` do Claude: escrever, capturar ou instalar
Os três caminhos terminam praticamente no mesmo arquivo de 30 linhas. O que eles não entregam com a mesma qualidade é a description — a única parte da skill que fica no contexto pra sempre e a única que decide se ela vai disparar. Escolha o caminho pelo lugar onde o conhecimento está hoje.
Sua skill do Claude nunca dispara: 6 causas, na ordem de investigação
O jeito mais cruel de uma skill quebrar é quando o slash command funciona perfeitamente. Frontmatter malformado ainda carrega o corpo, então /minha-skill roda liso enquanto o Claude não tem nenhuma description pra casar com o seu pedido — e você conclui que está tudo certo. Aqui vai a ordem certa de investigar.
Transforme um guia em PDF numa `skill` — apagando quase tudo
Um documento explica pra quem lê. Uma skill instrui um agente onde cada linha é custo recorrente de tokens — então uma conversão fiel gera uma skill ruim. O que cortar, o que virar arquivo separado e o campo que o seu PDF nunca vai te dar.
Sonnet 5: o preço não mudou, a sua conta vai mudar
O Sonnet 5 está tabelado nos mesmos $3/$15 do Sonnet 4.6, mas o `tokenizer` novo transforma a mesma entrada em até 1,35x mais `tokens` — e o desconto que esconde isso acaba em 31 de agosto de 2026. Aqui vão as especificações que decidem algo e a regra de roteamento que eu uso.
Demitido? Esses 30 dias enchem sua agenda, não seu currículo
Um processo remoto nos EUA ou na Europa quase nunca fecha em um mês — então todo plano de 30 dias que promete proposta está mentindo pra você. Aqui vai a versão semana por semana que termina com pipeline cheio, e o lugar honesto das certificações grátis de IA nessa conta.